Prêmios
Terça-feira, 28 de março de 2000

Sala de Imprensa PenAzul
APCA entrega prêmios aos melhores
Associação Paulista de Críticos de Arte (APCA) conferiu o grande prêmio de literatura de 1999 a José Alcides Pinto, pelo conjunto da obra. Carlos Nejar (na foto), foi considerado o melhor poeta do ano, pelo Livro de Silbion. Nur na Escuridão, de Salém Miguel, foi o melhor romance.
Dste ano em diante os premiados recebem o troféu criado por Francisco Brennand, que ficou instituído em caráter permanente. Anterormente a APCA entregava cada ano um troféu , que era criado pelo artista plástico que deveria receber o prêmio.
PREMIADOS DE 1999
TV
Auto da Compadecida, de Guel Arraes, ganhou o grande prêmio da crítica na categoria TV;
Terra Nostra foi o melhor programa;
Matheus Nachtergaele, o melhor ator, por Auto da Compadecida,
Débora Duarte, a melhor atriz, por Terra Nostra.
O SPTV - 1ª Edição foi considerado o melhor jornalístico.
CINEMA
Santo Forte, de Eduardo Coutinho, foi o melhor filme,
o melhor diretor foi Carlos Reichenbach, por Dois Córregos - Verdades Submersas no Tempo.
Os melhores atores vieram de O Primeiro Dia, de Walter Salles e Daniela Thomas: Luiz Carlos Vasconcelos e Fernanda Torres.
O melhor roteiro foi o de Domingos de Oliveira e Priscilla Rozembaum para Amores.
A melhor fotografia, a de Afonso Beato, em Orfeu,
e o diretor estreante, Cláudio Torres, pelo episódio Diabólica, de Traição.
RÁDIO
A Eldorado AM ficou com o melhor jornalismo.
Heródoto Barbeiro, da CBN, foi o âncora do ano passado.
DANÇA
Em dança, o grande prêmio foi para o Estúdio Nova Dança; Sandro Borelli foi o melhor bailarino, por Bent, e Márcia Milhazes, a melhor coreógrafa, por A Rosa e o Caju.
LITERATURA
O grande prêmio de literatura foi para José Alcides Pinto, pelo conjunto da obra. Carlos Nejar, o melhor poeta, pelo Livro de Silbion. Nur na Escuridão, de Salém Miguel, foi o melhor romance.
ARTES PLÁSTICAS
Em artes plásticas, o grande prêmio da crítica foi para o Instituto Itaú Cultural e a melhor exposição, Brasileiro Que nem Eu... Que nem Quem?, com curadoria de Bia Lessa, no Museu da Casa Brasileira. O grande prêmio de música erudita foi para João Dias Carrasqueira; o melhor regente foi Ricardo Kanji.
MÚSICA POPULAR
Em música popular, Lenine apresentou o melhor disco (Na Pressão). Zeca Baleiro foi o melhor cantor, pelo CD Vô Imbolá, e Mônica Salmaso, a melhor cantora, por Voadeira. Ela fêz o show da premiação, cantando três músicas.
TEATRO
O melhor espetáculo de teatro infantil foi O Terror dos Mares. A melhor direção, a de O Malefício da Mariposa, da Cia. Pia Fraus. Eduardo Silva foi o melhor ator de infantil, por Foi Ela Quem Começou..., e Sandra Vargas, a melhor atriz, por O Anjo e a Princesa. Navalha na Carne foi o melhor espetáculo de teatro do ano, na montagem do Tapa. Antônio Fagundes foi o melhor ator, por Últimas Luas, e Sueli Franco, a melhor atriz, por Somos Irmãs. O melhor diretor foi Antunes Filho, do CPT, por Fragmentos Troianos.
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